Polícia Federal investiga venda de decisões judiciais

A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (16) trrês desembargadores do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO): a presidente Willamara Leila, o vice-presidente Carlos Souza e Liberato Póvoa. Os três foram ouvidos na Superintendência da corporação, em Palmas.
Liberato Póvoa é o mesmo desembargador que no final de setembro decidiu censurar o jornal O Estado de S. Paulo e outros 83 órgãos de comunicação do Tocantins para evitar que publicassem notícia sobre suposto envolvimento do governador Carlos Gaguim (PMDB) com uma quadrilha especializada em fraudar convênios com Estados e municípios. A censura caiu três dias depois, por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Junto com seis advogados, os desembargadores são suspeitos de envolvimento em venda de decisões judiciais e participação em uma máfia que frauda precatórios, conforme os mandados de prisão, busca e apreensão cumpridos pela Operação Maet, da Polícia Federal (PF).
De acordo com informação da corporação, foi encontrada grande quantidade de dinheiro na casa de um dos advogados suspeitos. Ao todo, a PF usou 120 policiais na operação. As investigações sobre o envolvimento dos acusados na venda de sentenças judiciais começaram há seis meses e foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Fonte: O Estadão
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2 respostas para Polícia Federal investiga venda de decisões judiciais

  1. Antônio Ferreira Leal disse:

    O Banco do Nordeste do Brasil S/A, agência de Santo Antônio de Jesus(BA.), fraudou a minha conta corrente e de lá retirou a quantia de Cr$72.000.000,00(setenta e dois milhões de cruzeiros), no dia 09 de junho de 1994. Requerido a expedição do extrato gráfico de minha conta corrente, o BNB apresentou séria relutância e não o expediu. Até a presente data não devolveu a quantia retirada de minha conta corrente. Promovida a necessária “actio” o juiz Givandro julgou o vergonhoso evento em favor do BNB. Peço à Polícia Federal que investigue tais irregularidades para que venha receber o dinheiro surrupiado pelo BNB com o apoio logístico do juiz Givandro José Cardoso. Antônio Ferreira Leal, Adv.. OAB(BA.) 5903. e agricultor no município de Jiquiriçá(BA.), cuja propriedade rural está na penhor e hipoteca por determinação de Givandro. Os prejuízos morais e materiais são incalculáveis. AFL./

  2. Antônio Ferreira Leal disse:

    O Banco do Brasil S/A, agência de Santo Antônio de Jesus(BA.), propôs uma ação de execução de título extra judicial, sem o referenciado título. O juiz Givandro José Cardoso, mesmo assim, prolatou sentença favorável ao BB. Promovido o competente e desejável apelo, o TJBA anulou a sentença de Givandro. Remetidos os autos para Santo Antônio de Jesus(BA.), Givandro determinou à Titular do Cartório que escondesse o processo ´por doze(12) anos. A fazenda do agricultor ficou na penhora e hipoteca durante mais de vinte anos com o seu nome no Cadin e Seresa gizando-se o seu crédito por todo o Território nacional. O agricultor está em estado desesperador. Pede-se uma investigação urgente, porquanto até a presente data o BB, mesmo notificado das irregularidades insiste em deixar a fazenda do infeliz agricultor nordestino na penhora e na hipoteca. Pede-se à Policia Federal que investigue a covarde e reprovável irregularidade e desvencilhe imediatamente o matrimônio da vítima do BB e de Givandro que vem afrontando o axioma jurídico que determina: NEMO AUDITUR TURPINITUDEM ALLEGANS – Ninguém será ouvido alegando a própria torpeza. Antônio Ferreira Leal – Adv. OAB(BA.) 5903 – aflealadv@yahoo.com.br

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